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O desemprego está em crescimento e registrou a maior taxa desde que teve seu início mensurado, em 2012, atingindo 11,6% no trimestre encerrado em julho. Com isso, o Brasil já ocupa o 7º lugar no ranking global da taxa de desemprego com 51 países, junto com a Itália. O setor de Recrutamento e Seleção torna-se um ponto sensível nas organizações frente a este cenário.

Primeiro, porque com um grande número de pessoas sem emprego, o mercado de trabalho torna-se mais competitivo, tendo mais candidatos qualificados por um valor mais atrativo para as empresas. Por outro lado, o processo de seleção fica muito mais complexo, pois os perfis demandados têm escopos maiores, além de todas as particularidades comportamentais que precisam ser equiparadas para uma contratação efetiva e que traga benefícios à organização.

Hoje, o RH representa grande parte dos gastos de uma empresa. Em tempos de crise é o primeiro departamento que sofre com os cortes. Porém, este fato salienta ainda mais a importância de colaboradores qualificados para promover melhorias em processos e modelos de gestão que podem impactar positivamente os resultados. Dessa forma, a contratação de funcionários precisa ser efetiva para não impactar em custos nas organizações. Terceirizar o processo com consultorias especializadas, como a Capitani, traz alto grau de profissionalismo aos processos a um custo atrativo para a empresa, porém esta escolha deve ser feita com cuidado para que a economia não se torne uma despesa ainda maior à empresa.

A escolha do melhor profissional para uma posição é mais que um investimento, é um diferencial que ganha mais peso em um cenário de crise. Para cada posição nova, é preciso uma minuciosa análise dos cargos, das necessidades da empresa e sua cultura para ajudar a definir a quantidade e complexidade das etapas da seleção, a aplicação de instrumentos (entrevistas não estruturadas e estruturadas, busca de referências, provas de conhecimentos ou capacitação, testes de personalidade, habilidade cognitivas, de desempenho e integridade, além de aplicação de técnicas de simulação etc.) e outras técnicas para que o profissional escolhido seja o mais produtivo em sua função, otimizando a organização como um todo.

E para o trabalhador? Como superar a crise e o desemprego?

Há consenso entre especialistas que a capacitação é essencial para quem busca uma recolocação no mercado. O inglês agrega um forte diferencial em todas as áreas, cursos linkados com a carreira do profissional também são ótimos aditivos, porém os especialistas têm alguns receios sobre cursos para mudar de área, pois o profissional tem de considerar que, com a crise, terá de competir com outras pessoas que já têm experiência na área escolhida, sendo uma desvantagem.

É preciso ter atenção especial com aqueles que são muito caros, como MBAs, mestrados etc. Por ser de longo prazo, deve-se pesar bem os custos e benefícios. Uma dica dos especialistas é “ativar sua rede de relacionamentos”, contatar antigos chefes e colegas, conhecidos e profissionais de sua área para detectar novas oportunidades e se mostrar disponível.